quinta-feira, 30 de junho de 2011

Desesperador.

O que está em mim, se mistura com a capacidade de me deixar feliz e ao mesmo tempo ver o quanto tudo estava incerto. Eu só precisava disso para saber o que realmente existia em mim. Só precisava disso para mostrar que nada era da boca pra fora. O medo passou bem do meu lado, quando eu vi que eu poderia perder tudo. O desespero era forte demais, porque ali naquele momento eu procurava por palavras jamais ditas, procurava por algo que pudesse dizer o quanto aquilo doía e o quanto eu precisava de você ali. Mesmo tendo esperanças achava que nada iria fazer voltar como antes. O silêncio me assustava tanto, qualquer movimento na verdade me fazia ter medo. Lágrimas, dor e um pouco de desespero, eram os ingredientes que bailavam pelo ar, fazendo com o que o clima ficasse ainda mais tenso. Nunca quis algo tão desesperado assim, passar por isso nunca foi minha vontade, mas sabe que são nessas horas que vemos o quanto as pessoas são importantes? Foi ali, naquele exato momento, que eu passei a me preocupar com o que os outros sentiam.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Quem é você?

- Por favor, senhor diga-me se você é o Falcão.
Depois de outra insistência, o mendigo voltou-se para ele e perguntou:
- Quem é você?
Marco Polo se identificou, disse seu nome, seu endereço, onde estudava e outras informações.
- Não estou perguntando o que você faz, mas quem você é. O que está na sua essência, por trás da sua maquiagem social.
Marco Polo sentiu um nó na garganta. Foi pego de surpresa pelo raciocínio perspicaz do mendigo. "Esse mendigo não é um demente. Ao contrário (...)", analisou. Não soube o que responder. Então o mendigo disse:
- Se você é lento para dizer quem é, como ousa perguntar quem eu sou?
(O Futuro da Humanidade)

O homem sem história é um livro sem letras.

Com uma sinceridade cristalina, Marco Polo perguntou:
- Qual é o nome das pessoas que vamos dissecar?
Dr. George recebeu um golpe com a pergunta. Olhou para os professores que o auxiliavam, meneou a cabeça e balbuciou: "Sempre há algum estúpido na turma." Com a voz impostada, respondeu:
- Esses corpos não têm nome!
- Como não têm nome? Eles não choraram, não sonharam, não amaram, não tiveram amigos, não construíram uma história?
- Olha, rapaz, aqui só há corpos sem vida, sem história, sem nada. Ninguém respira, ninguém fala. E você está aqui para estudar anatomia. Saiba que há muitos médicos medíocres na sociedade porque não se dedicaram a essa matéria. Se não quer ser mais um deles, deixe de filosofar e não interrompa a aula.
Mas Marco Polo ainda teve fôlego para retrucar:
- Como vamos penetrar no corpo de alguém sem saber nada sobre sua personalidade? Isso é uma invasão!
E, para alfinetar seu professor, resolveu filosofar. Emendou:
- O homem sem história é um livro sem letras.
(O Futuro da Humanidade)

Grandes idéias, pequenos detalhes.

Embora imaturo, exercitava uma importante característica dos grandes pensadores que brilharam na História: as grandes idéias surgem da observação dos pequenos detalhes.
(O futuro da humanidade)

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Promessas nunca feitas, porém entendidas.

Nunca te prometi que seria perfeito, mas prometi estar sempre ao seu lado. Nunca prometi não errar, mas prometi pedir perdão. Nunca prometi sempre sorrir, mas prometi compartilhar todas minhas emoções. Nunca te prometi sempre ser forte, mas prometi ter forças pra superar qualquer coisa. Nunca te prometi que tudo que eu fosse fazer e falar seria perfeito, mas prometi que independente de qualquer coisa eu deixaria passar.
Nunca nada vai ser perfeito, mas quando se tem alguém em especial do lado, independente de qualquer momento, a perfeição aparece, de qualquer forma.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O gostar limitado.


Cansei de quem gosta como se gostar fosse mais uma ferramenta de marketing. Gostar aos poucos, gostar analisando, gostar duas vezes por semana, gostar até as duas e dezoito.Cansei de gente que gosta como pensa que é certo gostar. Gostar é essa besta desenfreada mesmo. E não tem pensar. E arrepia o corpo inteiro, mas você não sabe se é defesa para recuar ou atacar.

Eu gosto de você porque gostar não faz sentido.

(Tati Bernardi)

Ah, a tal saudade.


Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
(Martha Medeiros)

sábado, 18 de junho de 2011

Vamos mudar!

Chore, ria , brinque. Sei lá, pelo menos faça alguma coisa útil, alguma coisa melhor do que ficar ai parado com essa cara de bobo. Ficar olhando para os lados, pra ver se alguém vai te dizer o que fazer, ou se vai recriminar o que está fazer, não vale a pena.
De que adianta ter sua própria vida se você vive dependendo dos outros? Pelo menos tome uma atitude sem ter que ficar esperando a aprovação de alguém, sei lá, sorria na hora em que todos estiverem chorando, se vista de vermelho quando estiverem de branco, faça cara feia quando todos estiverem fazendo uma cara bonita. Só precisamos sair desse mundinho que nos rotula, que nos diz o que somos, não são as pessoas que tem que formar uma imagem nossa, somos nós. Nós que precisamos dizer o que somos, com o que temos. Não temos que fica comprando coisas de última geração, pra não ser mais uma perdida no mundo. É como dançar na chuva enquanto os outros correm, é como ir para um chalé enquanto os outros vão a praia, entende? É ser diferente com coisas simples, por que são elas que nos fazem felizes. Pra que quantidade, se na maioria das vezes ela não significa qualidade? Às vezes quantidade te da até trabalho e de deixa infeliz.
Eu só quero que você fiquei diferente e que não se misture com essas pessoas que andam por ai querendo ser igual uma das outras. É estranho no começo, mas depois você vai ver que mudará seu medo e também o pensamento de algumas pessoas.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Consequência.


O que você é hoje, é consequência do ontem.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Palavras não significam nada.


O que não sei dizer é mais importante do que o que eu digo.
(Clarice Lispector)